Periódico de Acesso Aberto
0.5
Indexada na
SCOPUS
B2
2021-2024
quadriênio
Meio Ambiente e Ciências Sociais | v. 14 n. 2 (2026)
Laura Mota de Andrade Wilson de Barros Feitosa Júnior Joelmir Marques da Silva
Informações do autor
Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Pernambuco
Informações do autor
Doutorando em Desenvolvimento Urbano pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) na linha de conservação integrada, é bolsista da Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe). Mestre em Desenvolvimento Urbano e Arquiteto e urbanista formado pela mesma universidade; Artista visual; Compositor (IPI I0061316785). Pesquisador do Laboratório da Paisagem da UFPE desde 2015, atuou como bolsista do CNPq através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (Pibic) no período de 2015 a 2017, desenvolvendo pesquisas acerca do jardineiro como ator na conservação dos jardins históricos do Recife e o seu papel na gestão dos espaços livres públicos. Foi bolsista-técnico (BFT) do laboratório pela Facepe no período de 2018 a 2019. Também integra os grupos de pesquisa do CNPq "Jardins de Burle Marx", "Conservação do Patrimônio Natural" e "Pensar Paisagem".
Informações do autor
Biólogo. Doutor em Desenvolvimento Urbano. Mestre em Desenvolvimento Urbano e em Diseño, Planificación y Conservación de Paisajes y Jardines
Pesquisador do Laboratório da Paisagem da UFPE
Pesquisador do Departamento de Medio Ambiente da Universidad Autónoma Metropolitana - México
Publicado em janeiro 22, 2026
Os jardins japoneses, com sua rica tradição milenar, são amplamente reconhecidos no imaginário coletivo por sua abordagem única na relação entre ser humano e a paisagem. No entanto, observa-se uma lacuna no ensino de paisagismo brasileiro no que se refere a esse modo específico de projetar e sua influência cultural e filosófica. Este estudo examina o jardim japonês a partir de seus princípios projetuais e sua integração com a cultura e a paisagem, considerando seus ensinamentos para o projeto de paisagem. Ao investigar a origem dos jardins japoneses, as correntes de pensamento que os influenciam, bem como os princípios compositivos, revelou-se que tais conceitos podem ser adaptados e aplicados a projetos contemporâneos. Constatou-se que esses princípios, ao serem integrados ao currículo acadêmico, contribuirá no ensino de paisagismo, proporcionando aos futuros profissionais uma visão mais holística e sensível da paisagem
